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LinkedIn Ads | O Que Aprendi Com o Material Educacional Deles

Kaio Victor

Analista de mídia de performance - Moke Cultura Criativa

LinkedIn Ads | O Que Aprendi Com o Material Educacional Deles

Se você já é um anunciante assíduo do LinkedIn, pode, seguramente, avançar até a conclusão (onde terá um conteúdo de valor para você). Se você está começando agora no LinkedIn Ads, leia o artigo todo, será bem relevante, prometo.

Recentemente reli o material educacional do LinkedIn Ads, disponível aqui

Ele fala sobre o modelo self-service para anunciantes. Bem, confesso que não lembrava como os 73 slides poderiam ser tão detalhados e ainda trazer insights poderosos para integração de campanhas em diferentes plataformas. Mas, sem mais spoilers, vamos as (re)impressões:

 

Primeiras impressões – de novo

O fato de já usar outras plataformas de anúncios digitais, como Facebook, Instagram e Google Ads, e ter feito cursos específicos, somado ao know-how de marketing de conteúdo (RD Station), torna a compreensão do todo mais fácil.

O que se sobressai é a forma como posso interpretar as táticas de LinkedIn Ads e integrá-las com as demais plataformas, tornando a estratégia como um todo muito mais completa.

 

Estrutura de anúncios

O LinkedIn tem uma estrutura similar ao do Facebook Ads e Instagram Ads, tendo um gerenciador de anúncios, conta de anúncios, possibilidade de pagamento com cartão de crédito.

As campanhas possuem duas formas de cobrança: CPC (custo por clique) e CPM (custo por mil visualizações).

São 2 formatos: text ads (no topo e coluna da direita - com uma imagem) e Sponsored Content (conteúdo da página), Direct Sponsored Content (anúncio fora da página - similar ao “dark post” do Facebook) que aparecem no feed de notícias.

O Sponsored Content e o Direct Sponsored Content acompanham a opção de Rich Media, onde a imagem do anúncio tem proporções maiores que a opção comum.

 

É caro investir no LinkedIn?

A resposta mais honesta é: depende. Se você comparar apenas por valores, podemos topar em números, mais ou menos assim:

Enquanto podemos pagar, por exemplo, R$ 8 a R$ 10 por CPM, no LinkedIn esse custo é de no mínimo R$ 13 reais; o CPC, no Facebook e Instagram, pode variar, mas no LinkedIn é de no mínimo R$ 2,05;

Mas, quando falo que depende, é porque entendemos as variáveis envolvidas nas campanhas digitais. Por exemplo, o LinkedIn ads é uma plataforma de desempenho, ou seja, seremos cobrados quando o anúncio for clicado ou quando atingirmos as 1.000 visualizações - similar à forma que acontece com o Google Ads.

E é justo dizer que quando falamos de B2B, a qualificação do lead que recebemos é indiscutível. Vamos falar um pouco mais sobre isso logo aqui embaixo.

 

Segmentações poderosas para o B2B

A segmentação é totalmente voltada a profissionais, com filtros como: localidade, nome da empresa, setor da empresa, tamanho da empresa, cargo, função, nível de experiência, competências do usuários, instituição de ensino do usuários, diplomas, áreas de estudo, grupos do usuários; idade e gênero também são opções de segmentação, mas com menor peso, já que na plataforma os usuários não necessariamente preenchem esse campo.

Em resumo, captar lead qualificado, dentro de uma plataforma com a premissa de fazer negócios, é com o LinkedIn mesmo.

 

B2C e B2B | Minha (re)conclusão

O que tiro de primeiro insight é que se o cliente for B2C podemos ir para Facebook e Instagram ads + Google Ads, e se o cliente for B2B vamos para LinkedIn Ads + Google Ads.

Sem dúvida que trabalharmos com o mix completo, com Facebook, Instagram, LinkedIn, Google, Inbound Marketing, é o ideal e a força de integrar todas essas plataformas potencializa as oportunidades, mas se o cliente tiver budget reduzido, o caminho citado acima é o mais natural.

 

Insights

O LinkedIn, assim como o Google, é uma plataforma que pede um investimento um pouco maior, quando comparada ao Facebook e Instagram, mas com o foco totalmente em gerar negócios, então se justifica (a título de curiosidade, o Google é caro, mas está justamente no meio/fundo do funil, nos momentos mais finais da jornada de compra, por isso, ele encaixa em qualquer um dos perfis dos clientes B2B e B2C).

Outro insight muito legal que tirei desse material, e que pode ajudar na performance em outras plataformas, é a combinação de segmentações para potencializar resultados. Por exemplo: criar campanhas dessa forma:

Campanha 1: Setor + Função

Campanha 2: Função + Grupos

Campanha 3: Setor + Grupos

Campanha 4: Competências

Campanha 5: Área de estudo

Analisar os resultados, entender qual gera mais retorno e então focar a performance em determinada campanha.

Outro aspecto importante, mas esse em linhas gerais. Em todos os conteúdos que já baixei/estudei e conversei a respeito, é cada vez mais importante o uso de um material de valor (material rico) ou conteúdo relevante para o público de interesse; as campanhas são motores importantes, é fato, mas precisamos cada vez mais refinar o que produzimos e oferecemos para os clientes dos nossos clientes, sejam B2B e B2C.

 

Peculiaridades LinkedIn Ads

A plataforma é voltada para grandes anunciantes, ou seja, os pequenos estão por conta própria; não à toa essa modalidade de anúncios, é a que eles chamam de "self-service". A outra forma exige um investimento mínimo de 15k/mês.

E se você está acostumado com suporte do Facebook e Google, aqui não temos uma área de suporte para atendimento ao usuário, dependemos de procurar materiais na central de ajuda, em materiais ou pessoas que conhecermos.

A interface não é tão amigável assim, aos meus olhos, quanto ao das outras plataformas e os termos próprios para a definição dos tipos de anúncio deixa o aprendizado um pouco chatinho, mas essas são barreiras superáveis com a prática.

 

Conclusão

Se você é o leitor que já anuncia com frequência no LinkedIn Ads, fez bem em seguir minha recomendação e vir direto para cá. E se você é quem leu o artigo todo e chegou até aqui, seja bem-vindo a minha conclusão.

Vou dividi-la em 2 partes.

 

1- Aprender algo novo

Principalmente quando estamos habituados a fazer sempre pelo mesmo caminho, pode parecer chatinho e até pouco motivante no começo, mas sempre vale a pena. Aprender algo novo recicla o nosso mindset, ou parte dele, e, inevitavelmente, começaremos a entender problemas comuns a partir de uma nova perspectiva.

 

2- Reler conteúdos

Com a intensidade em que novidades e artigos acontecem, pode parecer meio contra natural dizer isso; mas alguns conteúdos “antigos” valem muito a pena. Principalmente se você já trabalha a muito tempo com o assunto. As coisas podem ser tão claras e óbvias (como alguém pode não entender?) mas para quem não está tão inserido quanto você, pode simplesmente não fazer ideia do que se trata. Além de que, quando relemos conteúdos, temos uma nova impressão sobre o mesmo assunto. Esse exercício é gratificante no final, pois, como diria o filósofo Heráclito:

 

“Ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio, pois quando nele se entra novamente, não se encontra as mesmas águas, e o próprio ser já se modificou”.

 

Ficou com alguma dúvida? Deixe nos comentários ou entre em contato com a tribo!

 

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